Especial | Danilo Galvão | 10/05/2017 08h11

‘Monarca’ concede entrevista sobre vantagem na volta do Império

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Por aqui, retirada do governo há 129 anos, a Monarquia significa a esperança para um pais melhor a muitos brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, estima-se que pelo menos 200 pessoas façam parte de grupos de apoio ao regime, com ativismo principalmente pela Internet, em Redes Sociais. Os encontros são esporádicos e dependem da agenda de manifestações contra a corrupção, fundamentada em passeatas e manifesto pró-Brasil com as pessoas indo de verde e amarelo para as ruas. Foi assim que Raul Guenka, de 25 anos conheceu mais sobre a Monarquia, assim como outros do seu ciclo social, e que hoje demonstram extrema admiração por essa alternativa de governo, que permite uma vantagem, um tanto rara nos dias que a Democracia tem a sua vez.

“A principal vantagem é a continuidade de ações, já que o Governo Central é mantido, na figura do rei, e se no parlamento ou em outras instâncias algo não funciona, troca-se o operacional, mas o estratégico segue. Na Democracia temos visto muito uma administração de Executivo que substitui a outra não dar continuidade, por conta de serem de partidos diferentes ou até por rivalidade dos políticos. Quem perde nisso é o povo”, destaca Raul.

Quanto a prioridades em relação ao povo e o problema de distanciamento dos governantes quanto a realidade da média da população, o adepto da monarquia cita que no modelo de governo que a Inglaterra, Holanda, Espanha e outras nações desenvolvidas do mundo adotam a família real faz o possível para que todos tenham uma “vida de rei”, e números tem provado que isso tem sido “bem possível”.

“Muito do que se pratica na organização dessas monarquias de vanguarda de hoje é baseado em conceitos que Dom Pedro II defendeu no século XIX, e que poderia ser realidade no nosso país. Não demos um século de oportunidade para a monarquia. Na lista das dez nações com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais alto, cinco são monarquias, sinal que o regime tem grande potencial para permitir condições boas para desenvolvimento”, pontua Raul.

Para saber mais sobre os posicionamentos do porta-voz, escolhido por um dos grupos que defende no Mato Grosso do Sul o regime, veja o vídeo da entrevista gravado para o MS EM DIA.

 

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