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Rádio Corredor | Danilo Galvão | 27/07/2019 06h22

2020 será a hora de se colher os frutos para quem estreou em 2018

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Cobiçados
Sérgio Harfouche e Odilon de Oliveira são dois nomes bem badalados para as próximas eleições, época em que finalmente podem colher frutos do trabalho iniciado na política oficialmente em 2018. Ambos já tinham serviços prestados na vida pública e carisma consolidado, mas foi no último ano que viveram realmente o ''batismo" do é ser candidato.

Firme na luta
Com a mesma força, só que absolutamente vitorioso no último pleito, Capitão Contar é outro nome fortíssimo para a corrida eleitoral da Prefeitura de Campo Grande. Resta saber se, ao chegar a hora, ele terá o interesse de disputar. Certo é que, estando no jogo, o debate ganharia um viés interessante, e também seria uma chance do PSL concorrer com protagonismo.

Da outra vez não ...
Em 2016, de forma arrojada, Coronel David, hoje no PSL, concorreu à Prefeitura da Capital, foi até bem nos debates, mas teve um resultado eleitoral fraco. Resultado da falta de estrutura e organização da campanha, na ocasião sob a guarda do PSC, que nessa altura tinha Jair Bolsonaro como estrela. O "Mito" passou por aqui naquele ano e até deu força para David.

Xadrez
Apesar da "benção" de Jair Bolsonaro, o seu candidato à prefeito de Campo Grande foi engolido pela inoperância de um comitê que errou em tudo. Falha na escolha da chapa de vereadores, falha na estratégia de ir com "chapa pura", ignorando apoios de partidos que queriam apostar na onda do futuro presidente, e destaque apenas para a resiliência de David.

Lanterninha
O PSC naquela eleição conseguiu ter um péssimo resultado entre os candidatos a vereador, com muita gente até, que na disputa não conseguiu obter mais de 100 votos. O candidato era bom, a proposta boa, porém a falta de dinheiro foi clara. Não houve apoio nem para ajudar na assessoria jurídica da prestação de contas. Foi "Cada um por si, e Deus por todos"!

Redenção
E por ironia do destino, alguém, apesar da bagunça, quase se tornou vereador em 2016. Uma derrota que seria mais uma entre tantas na história política de Luiz Ovando, a não ser por um detalhe. Foi daquela experiência que se amadureceu uma vitória heroica em 2018, quando foi escolhido para ser deputado federal por Mato Grosso do Sul. O triunfo foi já no PSL.

Redenção II
Mesma consagração a Coronel David, que se elegeu deputado estadual, o segundo em número de votos, também pelo PSL. Vitória dessa vez da estratégia, de uma organização impecável que o impediu de repetir os erros de 2016. Além do apoio de Jair Bolsonaro, que no ano passado foi escolhido Presidente do Brasil, valeu ainda a boa passagem anterior na ALMS.

Futurologia
Uma coisa é clara: Jair Bolsonaro, fará, pelo menos, 18 prefeitos em capitais brasileiras em 2020. Se contar todas as cidades com mais de 100 mil habitantes, o tabuleiro deve favorecer o Presidente da República em no mínimo 140 municípios. E isso após um ano difícil de reformas, ajustes e turbulências. A "Onda Bolsonaro" ainda fará muito barulho!
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