Rádio Corredor | Amândio Martins | 14/03/2017 10h32

Cedo demais ou na hora certa? Puccinelli põe o bloco na rua

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Cedo demais ou na hora certa? 

O ex-governador André Puccinelli está de volta, se é que deixou de ter evidência em algum momento fora do mandato no Executivo Estadual. Acontece, que em 2017 o italiano resolveu "testar" o carisma e tem percebido que tem muito poder de fogo para as eleições de 2018. Ele nunca escondeu de ninguém que é candidatíssimo para um retorno, pior para Reinaldo Azambuja que terá neste ano uma "senhora sombra".

Problemaço

Talvez se Reinaldo fosse governador de outro lugar até teria também outro grau de reconhecimento. Fica complicado a comparação, já que os "tempos" são diferentes, as condições de realização e principalmente a referência da trajetória na política. O maior desgaste do governo atual não se deve a quem manda e sim ao "entorno", gente que participa do processo e acaba mandando mais que o próprio governador. Azambuja tem um carisma abafado pela crise e pelo seu povo. Mas tem feito o que pode para salvar o Estado da bancarrota geral.

Fiel da balança

Mato Grosso do Sul tem demonstrado um afeto especial a terceira via, especialmente em Campo Grande, e para 2018 a tendência é que essa terceira via faça a fiel da balança na disputa de peso entre PSDB e PMDB pelo Governo do Estado. Sem força para lançar candidato forte, essa ala da política local tem muita gente em evidência, ou que segurou evidência apesar de hecatombes, como Marquinhos Trad, prefeito de Campo Grande e Alcides Bernal, ex-prefeito, que mesmo com um mandato problemático terminou captou 111 mil votos.

Saia justa

No caso de muitas prefeituras do Estado a questão é mais aguda e de solução cirurgica. Em locais onde a "terceira via" ganhou as eleições de 2016 o desafio é governar e para isso a onda é de um "tal de pedir bença" que se acende vela para Deus e para o Diabo. A conjuntura confunde a população que esperava algo diferente, algo mais com "cara de renovação". Que com o tempo as melancias se ajeitem no caminhão, ou que pelo menos o caminhão ande, porque até agora a coisa vai mal. É como se diz na política: o preço da promessa. 

Dentro do processo

"Estou prestigiado. Estou indicando", são palavras do sábio Gilmar Olarte no final de semana para um grupo de pessoas ao falar sobre o seu momento na política. Nada como um dia após o outro, já que vale lembra o ano terrível que o ex-prefeito da Capital teve em 2017. Não só dele, como da família. Seria possível um retorno? Só o tempo vai dizer.

Atenta ao chamado

No último final de semana a deputada estadual Mara Caseiro foi presença em um torneio de futebol em um assentamento de Júti - MS. A parlamentar estev no evento a convite do vereador Mano, de quem recebeu indicações para composição de emendas que colabore com o progresso do município. Mara se comprometeu em ajudar. Com origem política do Conesul, ela mantem forte ligação com as cidades da região.

Só Deus Salva

O prefeito de uma pequena cidade perto de Dourados montou uma filial da sua casa nos cargos da Prefeitura.  Seria a gestão TRAZparente? Pode isso Arnaldo? E tem prefeitura de outra cidade que já nomeou em três meses mais do que o ano passado passado inteiro no Executivo local. Que a "Nossa Senhora da Receita Além da Crise" ajude esses gestores nada ortodoxos. Só Deus Salva !!!

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