Rádio Corredor | Da Redação | 16/12/2017 05h28

Mato Grosso do Sul ganha um "super ministro" em Brasília

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Não é qualquer coisa !

Mato Grosso do Sul, nos seus 40 anos de história nunca teve em Brasília-DF um protagonismo tão consolidado. E deve muito por essa condição ao trabalho do deputado federal Carlos Marun, deputado federal do PMDB que tomou posse como ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República. Parlamentar que cumpre a primeira legislatura no Congresso, ele provou que é diferente desde o início desse mandato e o reflexo desse destaque o levou a ser o "número 1" do primeiro escalão do Planalto. Na política, medir influência é algo difícil, já que essa atividade humana possui suas pecualiaridades, mas pelo menos em termos estratégicos do que o cargo prerroga, o Estado tem um político seu como principal ministro da União. Não é qualquer coisa!

Tirar de letra

Marun sabe do tamanho que esse episódio na história. Delcídio do Amaral foi ministro das Minas e Energia por breve tempo, Rames Tebet, depois na Integração Nacional, também por meses. Já o deputado peemedebista se licenciará do cargo para validar a aprovação da reforma da Previdência. Deve ser o homem que fechará o ciclo de Temer nessa pasta. O gaúcho mais sul-mato-grossense da política talvez não fizesse ideia do que a sua autenticidade pudesse o levar. E uma coisa é óbvia: o momento é importante  mas está longe de ser ainda o auge de Marun. 

Ufa

E a posse na sexta-feira (15) foi um alívio para boa parte dos 25 convidados pelo novo ministro na posse. E teve gente dessa galera que tinha passagem comprada para a volta ainda na quinta-feira (14), data inicial para a cerimônia. O estado de saúde do presidente Michel Temer adiou a trasmissão de cargo, algo compreensível, mas pagar uma diária a mais em Brasília-DF tem os seus custos. Melhor sempre levar um pouco mais em agendas assim, ou economizar na cidade mais cara do Brasil. As vezes a estadia pode ser mais longa que se imagina. 

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