Rádio Corredor | Da Redação | 21/02/2018 07h44

Movimentação política pré-eleição em enorme ebulição até abril

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Afunilando 

Abril será o divisor de águas para a política em Mato Grosso do Sul, quando se definirá, pelo menos nos bastidores as candidaturas para o Senado e para o Governo do Estado. Depois dessa “passagem” é certo que alguns serão convidados a se retirar, ou talvez passar o vexame de concorrer apenas de “forma figurativa” nas próximas eleições. 


Porta 1, 2 e 3

E nos bastidores da política local tudo está pelo sucesso de três cenários. Um deles é a aliança entre MDB e PSDB, que praticamente aniquilaria o juiz Odilon de Oliveira e grupos em torno do PDT, que tentam se apresentar como “terceira via” no Estado. O cenário 2 é com a saída do pré-candidato da legenda de João Leite Shimidt, que poderia deixar para depois o projeto de concorrer a governador de Mato Grosso do Sul. Na terceira conjuntura possível, André seria o ausente dos três protagonistas, por vivenciar de novo problemas com a Lama Asfáltica.


O que pesa?

No caso da segunda possibilidade, há chance real de Odilon desistir da política. Embora apareça bem nas pesquisas, a falta de estrutura para a campanha e até na pré-campanha tem assustado o juiz. Mesmo com pouco suporte, a rejeição tem aparecido bem discreta e a aceitação na consulta estimulada (quando o eleitor vê uma lista) bastante estável. Se o pedetista disparar mais sete pontos percentuais ninguém segura, por isso a forma de desidratá-lo está sendo nos bastidores.


E o italiano ...

Já André vive um dia de cada vez. Às vésperas da primeira data imaginada para as eleições do MDB o italiano foi preso, junto com o filho, e passou pelo pior momento da sua trajetória na política. Depois, como presidente do partido, anunciou a pré-candidatura e está rodando o Estado. Possui carisma suficiente para chegar ao 2º turno, se concorrer com Reinaldo e Odilon em chapas diferentes. Caso escolha ser um que dispute a vaga no Senado ganha sem qualquer esforço. 

Senado

No Senado e para as oito vagas da Câmara dos Deputados o buraco é mais embaixo. Nunca esteve tão incerta a perspectiva de coalização para os que fazem parte da atual bancada. Além de Pedro Chaves (PSC) e Waldemir Moka (MDB), que tentam neste ano a reeleição, existe o fenômeno Nelsinho Trad (PTB), ainda muito ligado ao que Marquinhos conseguiu em 2016 e o futuro candidato do governo. Se o PSDB vier de chapa pura, e uma linha parecida com 2014, o senador do grupo será Eduardo Riedel, da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica. Já na hipótese do cenário 1 (aquele que tucanos e emedebistas se abraçam), o nome mudaria para Marcelo Miglioli, da Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas. 


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