Rádio Corredor | Danilo Galvão | 29/11/2015 17h18

O ano que vem é logo ali. Mas e daí?

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*Tubarão no aquário

Ainda é estranho ver o vereador Mario Cesar londe da cadeira de presidente, depois de três anos com ele nesta posição. Sentado agora na parte de baixo do plenário, o peemedebista continua sendo assediado com se ainda estivesse na Mesa Diretora. Na votação que elegeu João Rocha presidente foram incontáveis os agradecimentos ao presidente eleito em janeiro de 2013

*Pra se pensar

Gilmar da Cruz foi o primeiro a pedir publicamente que Mario Cesar repense a decisão de não se candidatar a vereador em 2016. "A cidade precisa de homens como o senhor, com esse nível de preparo e Deus colocou como um propósito na sua vida a atividade pública. Converse com a família e veja de repente a possibilidade de continuar", declarou o parlamentar do PRB. 

*Desafio

Da atual legislatura na Câmara Municipal, já confirmam não concorrer ao cargo de vereador em 2016, Mario Cesar (PMDB), Edil Albuquerque (PMDB), Airton Saraiva (DEM) e Jamal Salem (PR). Cada um deles deve apadrinhar um novo nome, ou até dois, porém resta saber  se conseguirão transferir os votos.

*Não transfere

Um assessor do vereador Mario Cesar (PMDB), ex-presidente da Câmara Municipal diz que não vai assumir nome com nenhum nome novo antes de uma boa conversa com o seu parlamentar. Segundo ele, até a indicação do novo candidato do time é necessária passar por um crivo, pois a mudança não é simples. Ele tem 'ouvido falar' sobre a futura referência para 2016  e disse que por enquanto não agrada. 

*Quarteto fantástico

Os quatro veteranos que não vão para a reeleição serão uma pedra no sapato do prefeito Alcides Bernal. Isso porque em comum, todos são opositores ao mandato do atual chefe do Executivo de Campo Grande, que governa graças uma liminar, e já foi  cassado pela Câmara Municipal em março de 2014.

*Desistiu

Fica uma incógnita para Sidrolândia o que acontecerá com o Partido Solidariedade, que por um momento  nesta legislatura, chegou a ter  a maior bancada da Câmara Municipal. Na dança das cadeiras, a legenda ficou sem nenhum nome de expressão entre os agentes políticos e de quebra não definiu a reposição nem com agentes  políticos emergentes, que mostram chances de  serem eleitos em 2016. Vai ficar por isso mesmo? 

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