Rádio Corredor | Danilo Galvão | 31/05/2016 16h24

Problemas

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Problemas
Justamente em ano eleitoral, que o prefeito Ari Basso é candidato à reeleição, o executivo está em pânico com a possibilidade de ter que devolver dinheiro da arrecadação de impostos e ainda ter que abrir mão de ‘nova receita’. Isso porque, o Ministério Público Estadual marca em cima da cobrança da taxa de lixo, oficializada desde fevereiro, e que promove a receita para o pagamento do serviço de coleta, por meio das contas de água do município. Ao todo a prefeitura consegue R$ 100 mil por mês dessa maneira.

Retrabalho
A variação, na colaboração dos imóveis com o compromisso do Poder Público de limpar a cidade, é de R$ 23, na área mais nobre, a R$ 7 no setor E, do plano Diretor. Vale lembrar que a prática foi aprovada pela Câmara Municipal, e só depois foi incorporada nas contas de água dos imóveis. Porém, com relação ao IPTU, a afinação com o legislativo é outra, que na verdade está mais para desafinação. Se o impasse na tabela do tributo não for solucionado, o município terá que refazer todos os carnês e ainda ressarcir contribuintes, com descontos ou dinheiro vivo. Imagina o retrabalho?

Margem
“O Ari é uma ótima pessoa e claramente é bem intencionado na administração de Sidrolândia, só que o governo não vai bem, e isso estimula um tempo de mudança”, são as palavras do deputado estadual, Lídio Lopes, presidente regional do PTN, partido que tem pré-candidato a prefeito na cidade. Partiu do parlamentar a iniciativa de encorajar o empresário Haroldo Calves  a  se lançar nas eleições deste ano para majoritária. E o pupilo de Lídio tem feito a tarefa de ir até os mais humildes para  construir com o povo uma ideia de desenvolvimento para Sidrolândia. O deputado obteve a maior parte dos seus votos no interior, e com apoio das pessoas mais simples, que segundo ele, serão mais decisivas neste pleito do que nunca antes foram.

E o vice? 
Com tantas chapas para concorrer à prefeitura, uma disputa paralela que deve ocorrer em junho é pelo vice, e devido a duas situações específicas. Para algumas coligações o  vice  será fruto de uma composição partidária, como foi, em 2012, no casamento entre PMDB e PT, que determinou Jean Nazareth como parceiro de Acelino Cristaldo no palanque. Todavia essa estratégia só será a mais comum se houver casamentos, o que não parece ser o cenário, em razão da dificuldade de parceria entre as estrelas. Marcelo Ascoli, que já foi vice de Ari Basso seguiu carreira solo, o PDT deve lançar o seu candidato próprio, assim como o PT tende a fazer o mesmo, determinando assim que tucanos e peemedebistas procurem nos seus ninhos o futuro coadjuvante do executivo.

Celeiro
O celeiro de eventuais vices em Maracaju e Sidrolândia é a Câmara Municipal. Bastidores mostram que dos legislativos das duas cidades existam pelo menos dez vereadores que seriam boas opções para coadjuvante na majoritária. O prefeito Maurílio Azambuja deve beber dessa fonte e no momento está entre três parlamentares para formar a sua chapa. A escolha, segundo uma fonte ligada a ele, estaria entre lideranças do PSDB, do PDT ou do próprio PMDB. Das três esferas saem na frente  o peemedebista Helio Albarello, o tucano Thiago Caminha (que seria uma forma de dar balão na candidatura de Celso Vargas) e o  pedetista  João Rocha. Em Sidrolândia, o vice de Ari Basso deverá vir do PSDB, porque das outras duas   legendas não há mais como.

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